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Balnearios de Verín

 

MANANCIAL DE FONTENOVA

No ano 1904 foram declaradas de utilidade pública e no 1935 construíram-se as instalações balneoterápicas, que fecharam em 1960.

Na atualidade, possui dois elementos arquitetónicos: pavilhão de águas e balneario - de tipo misto e caracterizado por uma arquitetura sem pretensões - e a engarrafadora -localizada por trás da instalação anterior-. Ademais, encontramos uma pequena zona verde anexa.

Situada a 400 metros do centro urbano de Verín, a planta de engarrafamento mantém ainda o antigo balneario, fechado em 1962, cujas instalações terapêuticas, embora modestas eram muito empregadas. Possuía duchas dorsais, lumbares, abdominais, frias e quentes, escocesas, e banho de assento, bem como um dispensário médico no que os visitantes podiam ser atendidos pelo médico e inclusive levar a cabo algumas análises.

As suas águas nascem a uma temperatura que vai desde os 10 a 14 graus nos mananciais de água sem gás a 18-19 graus nos mananciais de água com gás. As características das águas é similar em todos os mananciais: bicarbonatadas sódicas, litínicas e fluoretadas, de mineralização forte nas águas com gás e de mineralização débil nas que são sem gás. A fonte original, a que é conhecida como “Fonte do Espido” que se encontra à porta do estabelecimento, mana a 17 graus, com o sabor característico de uma água com gás natural e um sabor ferroso pelos sais de ferro que possui em dissolução. O seu volume é 42 litros por minuto.

Endereço:
Aguas de Fontenova S.A.
Avda. De Sousas nº 58 32600 Verin (Ourense)
Telefone: 988 410 155

 

BALNEÁRIO DE CABREIROÁ

O balneário de Cabreiroá encontra-se na aldeia que lhe dá nome ao mesmo, à planta de engarrafamento e à água que comercializa. Quando José García Barbón decide fundar este balneario, a princípios de século XX, os mananciais que tinha em Cabreiroá contavam com uma análise e um estudo realizado pelo Charing Cross Hospital. Pouco tempo depois, será Santiago Ramón e Cajal, quem faça uma análise desta água e finalmente, será declarado de utilidade pública em dezembro de 1906, faz pouco mais de cem anos.
Entre 1910 e 1936 consegue um grande esplendor, que se truncou durante a Guerra Civil espanhola e motivou a sua transformação em quartel e hospital. Depois de reabrir porteriormente, fechou definitivamente as suas portas no ano 1961.

O desenho do balneario de Cabreiroá está baseado no mesmo conceito de “Cidade das águas” que deu origem aos grandes complexo de Mondariz e A Toxa. Embora pela cercania à vila de Verín, não chegou a desenvolver integralmente o conceito, arrematando em um complexo de menor entidade, constituído por um hotel com jardim -é um edifício de linhas severas com uma escada monumental na entrada, e composto por uma entrada, salões de baile e jogos, comedor e quartos amplos-, o pavilhão de águas -que tem uma planta octogonal e está edificado em ferro e pedra-, o bosque ou parque, e posteriormente, a planta engarrafadora

As águas de Cabreiroá são bicarbonatadas sódicas. Emergem a uma temperatura de 16 graus, com um volume de 8 litros por minuto. A concentração de anidrido carbónico, bicarbonato sódico, bicarbonato de litio e bicarbonato potásico não se dá em outras águas acídulas alcalinas da península e muito dificilmente se pode encontrar em outros mananciais europeus.

 


Estas águas, inodoras, transparentes e de sabor agradável -e suavemente picantes-, são bicarbonatadas, sódicas, litínicas e acídulas -enquanto as utilizadas para o envasado sem gás são de mineralização débil, as empregadas para o garrafas com gás são de mineralização forte-. A sua principal indicação são as afecções das vias urinarias -cólicos nefríticos, cálculos, nefrite e pielonefrite, cistite, infeções urinarias-, para transtornos gastro-hepáticos e biliares -como dispepsias, gastrites, cólicos hepáticos, alteração dá vesícula, calculose ou ictericias- e os metabólicos -como a hiperurcemia e a diabetes-. A maneira de administração é o uso da água em bebida, ou pé do manancial, em tomadas reguladas e progressivas durante uns 15 dias, acompanhadas de um regime de alimentação.

AAtualmente as águas de Cabreiroá são comercializadas em garrafa com ou sem gás, constituindo uma dás empresas mais importantes da Galiza neste setor. E o pavilhão de águas está aberto ao público para a tomada gratuita das águas.

Endereço: Aguas de Cabreiroá S.S.
Acceso Balneario de Cabreiroá S/N
Telefone: 988 590 015

 

MANANCIAL DE SOUSAS

Em 1859 foram declaradas de utilidade pública, conjuntamente com as de Caldeliñas; e em 1867, a instância de Hermenegildo Guitián, governador de Ourense, construiu-se o passeio que unia a vila do Támega com a fonte. Em 1892 arranjou-se a fonte, dotando-a de uma arqueta fechada com um cristal, que garantia a asepsia e preservava a composição dá água; e construíram-se o pavilhão de águas -de 10 metros de diâmetro-, um passeio-galería -de 70 metros-, as primeiras instalações da engarrafadora, os escritórios e os jardins.

O balneário consegue o seu máximo esplendor no primeiro terço do século XX , embora com o passo dos anos esta relevância evolui para o setor de engarrafamentor, convertendo-se na segunda empresa de engarrafado de águas da Galiza. Com tudo, o pavilhão de águas continua aberto ao público, para a tomada gratuita das águas.

A água para o engarrafado obtém-se de dois captacões: uma sondagem, de 30 metros de profundidade, de onde se extrai a água para engarrafar com gás e outro, de 110 metros de profundidade, que se utiliza para o engarrafado da água sem gás.

Oito mananciais proporcionam o volume com o que Sousas engarrafa a sua água mineiro medicinal. Aproximadamente, o 95 por cento da água que comercializa é sem gás e tão só entre um 3 e 5 um por cento de gás. A temperatura de nascente é de 16 graus e a pé da fonte do balneario a água possui uma ligeira quantidade de gás carbónico. São águas bicarbonatadas, sódicas, litínicas e fluoreratadas. A presença de xofre é mínima, mas o suficiente para dar-lhe um leve cheiro típico.

As águas de Sousas estão especialmente indicadas na dissolução das pedras e cálculos renais formados pelo ácido úrico ou o ácido fosfórico. Gozam de um grande valor diurético e são recomendadas para quase todos os problemas das vias urinarias e algumas do aparelho digestivo como dispepsias e gastritis. Os tratamentos desenvolvem-se por via oral, bebendo uma quantidade crescente a cada dia durante períodos que normalmente vão entre os 9 e os 15 dias. A propriedade, conquanto centra toda a sua atividade económica no engarrafado e distribuição de água de mesa, mantém aberto o pavilhão de bebida de maneira gratuita para os visitantes que se acercam ali a tomar as águas, na temporada que vai desde o 15 de junho a 15 de setembro.

Endereço: Euroinversiones Aguas de Sousas S.L. Unipersonal
Avda. De Sousas nº 126
32600 Verín
Telefone: 988 410 230

 

MANANCIAL DE CALDELIÑAS

Apesar que não existem referências históricas até princípios do século XIX, a sua história é complementar à Fonte de Sousas, já que oferecia o uso balneoterápico que não possuía Sousas, e inclusive pertenciam ao mesmo proprietário. Em 1854 foram analisadas por A. Casares e declararam-se, ao igual que as de Sousas, de utilidade pública em 1859.

 

O balneario foi construído no final do século XIX, e embora na atualidade encontra-se em ruínas -depois de ser fechado ao público em 1960-, ainda podemos contemplar a beleza da sua construção. Dito balneario consta de dois prédios: um, ao lado da estrada, no que estão situados os mananciais, três piscinas para banho coletivo, os vestuários e um depósito de armazenamento da água para o outro prédio; nesse segundo, estavam localizados, em cada lateral, os banhos -um para a cada sexo- e os complementos de hidroterapia -duchas, salas de inalação-.
As águas nascem em terreno argiloso acompanhadas de bastantees borbulhas, em uma fonte que vai desembocar a uma pequena piscina -na que existiam uns filamentos verdes família das hidrofitas-, na que também brota água com bastantes borbulhas de gás.

O voluma é de 83 litros/minuto e a temperatura de 24ºC.  Esta água é diáfana, incolora, inodora e de sabor ligeiramente alcalino (de mineralização média, bicarbonatados-sódicas, fluoradas e litínicas) e estavam indicadas para as doenças dá pele e as suas mais e as suas menos reumáticos -mediante banho e técnicas externas-.

Endereço: Encontram-se situadas no povo de Caldeliñas, a 4 km de Verín.

 

FONTE DO SAPO

A Fonte  do Sapo está situada a 2 quilómetros de Verín, pela Avenida de Castilla, em direção a Madrid. Antes de chegar ao posto de gasolina, apanhamos um desvio à esquerda, e seguindo tudo reto, a uns 800 metros, encontramos a fonte, uma das mais concorridas da zona.

Este manancial nasce de abaixo a acima, entre rochas, e está coberto por lousas de uma pedra, como uma fonte rústica.

O volume é constante, não muito abundante e a temperatura fria. A sua composição é semelhante as restantes de Verín: alcalina, de sabor agradável, bicarbonatado-sódica, litínica, fluoretada e ligeiramente sulfurada.  Tomam-se só em bebida, para ou aparelho gastro-hepático e para os transtornos urinarios.

 

UMA ÁGUA PARA CADA PRATO..

As águas clássicas e marcadas (aquelas mais máis gás), são as apropriadas para os primeiros pratos, entradas,..., porque estimulam a apetite.

Para as saladas, as águas efervescentes são as mais indicadas. Para os mariscos, resultam mais ideais as águas sem gás, mas também as ligeiras, já que produzem um contraste de sabores, deixando texturas adicionais no paladar.

Para os primeiros e segundos pratos, independentemente de que sejam carnes ou peixes, as águas sem gás, ligeiramente gasosas ou efervescentes, são as mais indicadas, embora as carnes vermelhas casam melhor com águas efervescentes ou clássicas.

As sobremesas devem ir acompanhadas de águas sem gás ou efervescentes, para evitar a acidez de estômago e ajudar a digerir os alimentos. A temperatura ideal da água no momento do seu consumo é entre 12º e 16º.

< Setembro 2017 >
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